A grande mudança que ocorreu na história da alimentação humana foi o desenvolvimento da agricultura, que faz surgir, em abundância, os cereais.
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/nutricao/evolucao-dos-habitos-alimentares/12547
https://pt.slideshare.net/bertott5/alimentos-ao-longo-do-tempo
http://negocios.maiadigital.pt/hst/sector_actividade/restauracao/caracterizacao/esboco
https://www.nutsnutritionscience.com/single-post/2017/10/11/historia-da-alimentacao
https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/7513/1/Cap2_Condicoes_Saude_Brasil_Cecilia_Minayo.pdf
https://cisa.org.br/index.php/pesquisa/dados-oficiais/artigo/item/35-doencas-nao-transmissiveis-fatos-e-numeros
Até então, o homem se alimentava, basicamente, da caça, pesca, raízes, frutas e alguns legumes. Isso perdurou por milhões de anos e garantiu a sobrevivência da espécie humana.
A agricultura, que surgiu por volta de 12 mil anos, mudou muito os hábitos alimentares, pois o ser humano não dependeria mais da coleta e teria a opção de armazenar os grãos. Surgiu aí também a domesticação de animais, tanto para ajudar no cultivo dos alimentos, como para a obtenção de carne para consumo.
Assim, o homem deixa aos poucos de ser nômade e se estabelece em um único lugar, cultivando a terra e domesticando animais.
Aos poucos foi aprimorando as técnicas de preparação dos alimentos, acrescentando especiarias e azeite, transformando simples refeições em elaborados pratos culinários.
Cada povo seguiu suas preferências alimentares, sendo o pão, na Idade Média ainda, um dos alimentos mais consumidos no ocidente, assim como o arroz muito apreciado no oriente desde aquela época.
Outro marco na história da alimentação, foi a Revolução Industrial, que juntamente às mudanças gerais ocorridas na época, como a urbanização, modernização do transporte, crescimento populacional, uso de máquinas e a entrada da mulher no trabalho em fábricas, impulsionaram a demanda cada vez maior, por alimentos prontos para o consumo.
A partir daí, a indústria alimentícia procurou aprimorar suas técnicas de produção, utilizando-se de diferentes formas para a conservação, palatabilidade e variedade de produtos ofertados à população.
Porém, toda essa modernidade tem gerado problemas, que antes eram desconhecidos, surgindo novas doenças, as chamadas DCNT's (Doenças Crônicas não Transmissíveis), onde incluem, por exemplo, as doenças cardiovasculares, o diabetes e a obesidade.
Antes do desenfreado avanço dos produtos alimentícios, o mundo enfrentava problemas decorrentes da desnutrição, doenças infecciosas e parasitárias, decorrentes da pobreza, falta de saneamento básico e os maus hábitos de higiene. Com a modernidade, a infraestrutura e o avanço tecnológico, principalmente na área da saúde, essas doenças, gradativamente, deixaram de ser o grande impasse na saúde e, as DCNT's vem crescendo assustadoramente, sendo a principal causa de morbidade, mortalidade e incapacidade no mundo, segundo dados do CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool).
O CISA ainda expõe que nas Américas, as DCNT's são responsáveis por 5,5 milhões de mortes por ano, o que representa 80,7% dos óbitos na região, sendo que os fatores de risco desencadeantes dessas doenças, abrangem além da má alimentação, sedentarismo, álcool, fumo e poluição do ar.
Contudo, a preocupação com o estilo de vida vem crescendo e, consequentemente, a informação também, expondo os principais pós e contra para conquistar uma boa saúde. Porém, poucos se interessam em mudar o estilo de vida e a demanda por produtos alimentícios só cresce.
E aí a informação te motiva a mudar ou a facilidade da vida moderna te prende ao sedentarismo e ao fast food?
E, ainda para refletir, encerro com a famosa frase de Hipócrates:
"Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio."
Por: Stephânia Silveira (estudante de Nutrição) 2020
Por: Stephânia Silveira (estudante de Nutrição) 2020
Referências:
https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/nutricao/evolucao-dos-habitos-alimentares/12547
https://pt.slideshare.net/bertott5/alimentos-ao-longo-do-tempo
http://negocios.maiadigital.pt/hst/sector_actividade/restauracao/caracterizacao/esboco
https://www.nutsnutritionscience.com/single-post/2017/10/11/historia-da-alimentacao
https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/7513/1/Cap2_Condicoes_Saude_Brasil_Cecilia_Minayo.pdf
https://cisa.org.br/index.php/pesquisa/dados-oficiais/artigo/item/35-doencas-nao-transmissiveis-fatos-e-numeros
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